Solicitações não autorizadas [Comentário]

Já não é novidade que empresas compartilham dados sensíveis de usuários com terceiros, a fim da comercialização de dados da publicidade, assim como para fins governamentais de segurança. E para quais fins nossos dados são comercializados?

São questionamentos sobre a nossa privacidade que abrimos sobre à crítica ao Big Brother, segundo o artigo “Todos Somos Dados” publicado no Expresso, escrito por David Samuels, onde vemos que o Estado não se envolve apenas em um jogo comercial sobre a tecnologia, mas em um jogo que pode ferir a democracia e a segurança pública.

Um dado interessante, segundo a revista Época, é que o governo brasileiro pede o acesso de aproximadamente 600 dados de celulars iOS da Apple a cada semestre, em média 2.324 identificadores envolvidos, e mesmo com todo relatório de transparência e proteção ao usuário que a empresa americana tem, cerca de 85% das solitações são atendidos. Mas e os nossos termos de privacidade, aonde ficam?!

Vemos cada dia mais, nós usuários e compartilhadores de dados, inseridos num jogo capitalista em que nós mesmos criamos, sobre o nosso sistema, contra nós mesmo a teia onde a tecnologia constrói seu reinado sobre os nossos próprios dados, com os nosso concentimento, dia mais dia. Ou seria sem nossos concentimentos?!

Comentário ao artigo do Expresso “Somo todos Dados? Texto: David Samuels, Expresso. Fevereiro, 2019.

 

 

 

 

 

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