Manifesto

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Maria Fraga & Nádia Ferrer

 

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Existência — Exprime o objecto “absoluto”, o que já se encontra “escrito” no espaço temporal. Esta não necessita da presença da “Utopia” para ser compreendida, no entanto, o seu constante aperfeiçoamento provém da admirável vontade de se transformar.

Utopia — Esta palavra é extremamente essencial para a palavra “Existência” se exprimir no seu conceito mais puro: o que é ‘palpável’, não tirando a importância à palavra — utopia — que expressa a vontade de trazer esse “objecto” dito de ilusório para o espaço contemporâneo.

Manifesto c/d

c) RESPONSABILIDADE
A motivação para um design afirmativo é uma responsabilidade para com a sociedade, para resolver os problemas que afrontam uma comunidade.
d) CURIOSIDADE
A motivação para um design crítico é questionar tudo o que não é questionado, é ter a
iniciativa de procurar uma motivação para um trabalho desenvolvido através do design, de crítica e de desfasamento da realidade.
Ana Serra & Liliya

Manifesto c/d

(/c)                                   (/d)

Design funcional          Design ativista

Todo ou grande parte do design do mercado tem um objetivo funcional – cumpre uma função, e possui um valor de troca.

Por outro lado, o design ativista não tem um propósito tão funcional e utilitário. Foca-se na crítica, mudança de mentalidades, denúncia de injustiças, entre várias causas, e o seu valor, não sendo monetário, não deixa de ser pertinente e necessário para a progressão das sociedades.

Ariana Parrilha / Mariana Ribeiro

 

Manifesto c/D

Uncertainty Design

Em um mundo em rápida mudança devido aos avanços científicos e tecnológicos, cheios de complexidades e perplexidades, o designer canaliza a incerteza imposta por esse contexto, em sua prática criativa.

Contentment Design

Cumprindo com as tendências que a indústria exige, como designers assumimos o papel de produtores simples; conhecendo os processos e as fórmulas para chegarmos a resultados bem-sucedidos, ficamos prontos para criar artefatos que resolvam dúvidas e deem respostas às necessidades de um único uso.

  • Tania Alva
  • Aldo Medina

Manifesto c/d – Change

[plausível]

change our work to fit patterns

[padrão, estabilidade, prioridade à produção]

O trabalho do designer é constantemente condicionado, desde o seu começo, por padrões que dão preferência às lógicas de produção e consumo, assim como por metodologias e linguagens vigentes.

x

[provável]

change patterns to fit our work

[subversão, desconstrução, prioridade à crítica]

Prioriza a crítica em torno de uma problemática, essas mesmas lógicas devem ser subvertidas para atingir uma maior eficácia no trabalho crítico desenvolvido pelo designer.

 

– Katherine Lahude e Rita Barroso

Manifesto C/D

C — hacking design

Prática do designer que atua dentro do sistema, evoluindo e acelerando os processos de produção já existentes para incitar mudança do mesmo.

D — radical design

Prática do designer que atua fora do sistema, opondo-se aos seus processos de produção através de um contra-sistema e uma nova prática.

— Raul Lopez

— Carlos Silva

Manifesto

 

Maria Fraga & Nádia Ferrer

 

Existência — Exprime o objecto “absoluto”, o que já se encontra “escrito” no espaço temporal. Esta não necessita da presença da “Utopia” para ser compreendida, no entanto, o seu constante aperfeiçoamento provém da admirável vontade de se transformar.

Utopia — Esta palavra é extremamente essencial para a palavra “Existência” se exprimir no seu conceito mais puro: o que é ‘palpável’, não tirando a importância à palavra — utopia — que expressa a vontade de trazer esse “objecto” dito de ilusório para o espaço contemporâneo.

Counter-establishment / Counterculture

Provável

Counter-establishment propõe uma desconstrução para construção do presente. Atua em realidades pré-existentes, emergentes e atuais com uma certa austeridade guiada frente a uma sociedade em constante risco. Se preocupa em mudar o mundo que vivemos.

Plausível

Counterculture propõe uma desconstrução para uma construção de futuros. Atua em espaço imaginários, onde sonhos, medos e desejos orientam as profecias para os tempos que viveremos. Ou melhor, o mundo que queremos viver.

Docentes:
Fábio de Almeida
Ana Batista

 

Manifesto c / d

Manifesto c / d

Ana Henriques e Ana Teresa Morais

 

Informação / Conhecimento

O conhecimento é construído por informação e por construção entende-se, neste contexto, a pertinente correlação entre os conteúdos adquiridos. A abundância de informação não corresponde diretamente à abundância de conhecimento — que apenas pode ser gerado num contexto de crise.

Design Thinking / Design Thinking

A noção de Design Thinking num contexto corporativo é uma promessa vazia, empacotada em diagramas sobre-simplificados para gerar lucro. É tornar inovação num produto. Mas inovação é ideação. Inovação é crítica, e num contexto académico, crítica é Design Thinking.

Funcionalidade / Pertinência

Frequentemente, é-nos imposta uma criação com um propósito utilitário — que cumpre uma função no nosso quotidiano. No entanto, a criação que não se esgota no cumprimento da sua tarefa é igualmente pertinente.

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